Competente & Ético

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A EMPRESA (E SUAS PESSOAS) TÊM QUE SER COMPETENTES ESTRATÉGICA E OPERACIONALMENTE, APENAS?

 A empresa não está criando valor!

Os conselheiros de administração têm dificuldades em supervisionar a gestão. A gestão tem dificuldade em fazer as operações eficazes e eficientes. A funções de 2ª linha e a auditoria interna fazem o que podem. E podem pouco. O ambiente de relacionamento interno é pouco motivador.

Um ambiente acima tem várias causas. E vamos procurar identificar algumas causas entre outras, e algumas recomendações, em uma ordem aleatória, e abordar em uma série de artigos e comentários a serem editados periodicamente. Ficamos à disposição para ouvir críticas, sugestões e demais comentários para ampliar e entendimento dos assuntos abordados. Contatem.

Cria valor requer competências estratégicas e operacionais de todos os agentes de gestão, da governança e das linhas de defesa. Melhor ainda, criar, proteger, realizar e crescer o valor requerem apenas essas competências?

Logo, a gestão, com a supervisão dos conselheiros, deve (preferivelmente), criar objetivos de competências estratégicas e operacionais para os distintos níveis de pessoas na hierarquia da empresa. Alinhados com uma estruturada política de gestão de pessoas.

Algumas atenções nessa hora.

Por exemplo, fazer uma análise SWOT, talvez um pouco mais encorpada. Identificar as forças competentes nos níveis de clientes, processos, funções, produtos, serviços, tecnologias, inovações, regiões, e assim por diante. E dessa forma, fazer o mesmo para as fraquezas, oportunidades e ameaças. Tanto numa situação atual, como na melhor estimativa do que pode acontecer de mais provável no mercado e nas expectativas e desejos dos clientes.

E, como mencionado no livro Riscos Estratégicos & Desempenho, criar essas competências com: investimentos em ou compras de capacitações, parcerias, alianças, pesquisas, suporte de especialistas, treinamento, compartilhamento de conhecimentos, etc. E com uma estruturada gestão de recursos – intangíveis.

E aí voltamos à pergunta inicial deste comentário: focar na constante evolução das competências estratégicas e operacionais é necessário, mas é suficiente?

Por exemplo, um executivo é competente nesses dois requisitos, mas não é ético. Como fica a empresa? Pode ficar seriamente afetada, com reputação negativa e mesmo, quebrar. Pois o não ético frauda. E dependendo da fraude e de demais crimes, pode gerar o caos.

A mensagem é, a integridade das pessoas é indispensável, sob qualquer ótica.

Novos comentários faremos sobre esse assunto.